Posição sobre a prisão

Renato Gaúcho, técnico do Grêmio, manifestou-se publicamente após a prisão de seu auxiliar Alexandre Mendes, afirmando ser "totalmente a favor do cara que bate em uma mulher ser preso". Em entrevista coletiva, o treinador defendeu a inocência de Mendes e disse que houve "um erro" do Ministério Público. Gaúcho declarou que, no dia em que Alexandre Mendes cometer tal ato, "não vai mais trabalhar comigo".

Críticas à cobertura da imprensa

O técnico se dirigiu diretamente à imprensa, alegando que esta acusa o auxiliar pela "sétima ou oitava vez" sem provas concretas. Renato Gaúcho criticou jornalistas por terem ido com "sede ao pote" para condenar Mendes no momento da prisão, mas não terem agido da mesma forma para inocentá-lo. Ele pediu para que a imprensa "parar de dar cinco minutos de fama para quem vocês não devem dar".

Declaração política

Durante a entrevista, Gaúcho demonstrou apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro, declarando publicamente: "Sou Bolsonaro". O treinador também fez críticas ao sistema judicial, afirmando que "vivemos em um país que é o seguinte: antes você atira, depois pergunta se é inocente ou culpado".

Contexto da prisão

Alexandre Mendes, auxiliar de Renato Gaúcho no Grêmio, foi preso em data não especificada no material-base. O técnico defendeu a inocência do auxiliar e criticou as ações do Ministério Público, considerando que houve um erro na prisão. Gaúcho reforçou que não se meteria no assunto se não fosse pela situação atual do país.